A sobrevivência, das redes depende da discussão de três aspectos: a cultura da confiança, a cultura da competência e a cultura da tecnologia da informação.
1) Cultura de Confiança
Aspectos ligados a cooperação entre empresas, envolvendo aspectos culturais e de interesse de pessoas e empresas.
2) Cultura de Competência diz respeito às questões ligadas às competências essenciais de cada parceiro.
Engloba aspectos materiais até aspectos imateriais como os processos.
3) Cultura da Tecnologia de Informação
A agilização do fluxo de informações é vital para a implantação e o desenvolvimento de redes flexíveis.
A partir de inúmeros casos citados na bibliografia, parece claro que estas formas de cooperação têm efetivas possibilidades de conduzir as organizações a um desenvolvimento sustentável também no Brasil, já que sua inserção em um panorama globalizado e concorrencial mostrou ser definitiva. Esta possibilidade, aparentemente factível também para a realidade das pequenas e médias empresas (PMEs), permite vincular-lhes a estratégia a esta cooperação, visando a otimização da geração de valor para o cliente final da cadeia de produção.
É sem dúvida um caminho plausível para o desenvolvimento de empresas pequenas em uma economia globalizada, concorrencial e em busca de competitividade como a brasileira.
1) Cultura de Confiança
Aspectos ligados a cooperação entre empresas, envolvendo aspectos culturais e de interesse de pessoas e empresas.
2) Cultura de Competência diz respeito às questões ligadas às competências essenciais de cada parceiro.
Engloba aspectos materiais até aspectos imateriais como os processos.
3) Cultura da Tecnologia de Informação
A agilização do fluxo de informações é vital para a implantação e o desenvolvimento de redes flexíveis.
A partir de inúmeros casos citados na bibliografia, parece claro que estas formas de cooperação têm efetivas possibilidades de conduzir as organizações a um desenvolvimento sustentável também no Brasil, já que sua inserção em um panorama globalizado e concorrencial mostrou ser definitiva. Esta possibilidade, aparentemente factível também para a realidade das pequenas e médias empresas (PMEs), permite vincular-lhes a estratégia a esta cooperação, visando a otimização da geração de valor para o cliente final da cadeia de produção.
É sem dúvida um caminho plausível para o desenvolvimento de empresas pequenas em uma economia globalizada, concorrencial e em busca de competitividade como a brasileira.
Fonte de pesquisa: http://www.scielo.br/
Nenhum comentário:
Postar um comentário